domingo, 6 de dezembro de 2015

Retratando experiências felizes ou não felizes na escola.



Falar da minha escola, ou melhor, da EMEF. Tomé de Souza e dos seus Tomézinhos assim carinhosamente chamados é um misto de muitas emoções. Afinal, são cinco anos trabalhando juntamente desta comunidade, por vezes ativa por vezes acuada.                       Na escola vivi muitas das minhas melhores emoções, alegrias e tristezas da nossa profissão. Neste espaço escolar consigo juntamente do meu curso me realizar em minha escolha e também aprimorar e praticar meus conhecimentos. Atuo de primeiro ao quinto ano é onde vivencio todas as faixas etárias e consigo explorar e identificar as minhas falhas e a dos alunos.
Posso dizer que ao longo desta minha caminhada encontramos todos os desafios que não são poucos e que por vezes nos fazem desmotivar, mas nunca desistir.
Encontro em minha escola, professores formados há anos dispostos a interagir conosco que ainda estamos em formação, capazes de explorar e dar espaços para as nossas novas ideias e aprendizagens, mas como tudo não são flores também me deparo com uma professora que se sente ameaçada e que não interage e não dá espaço para o novo, é onde me pego chateada.                        
Assim reflito que muitas mudanças ainda deverão ser feitas internamente dentro de cada um de nós. Os professores já formados convivem com suas experiências e os novos educadores convivem com a expectativa e o misto de ansiedade por praticar algo novo. É preciso saber explorar a favor da comunidade escolar. Ao longo deste nosso semestre eu procurei trocar informações com as minhas colegas e aplicar meus estudos em sala de aula, infelizmente lidar com tecnologia dentro de nossa escola ainda não é possível, pois não temos acesso à internet, porém é o momento em que usamos a criatividade e transformamos nosso ambiente em criativo através da musica tradicionalista onde desenvolvo a Oficina de Dança e Cultura Gaúcha, resgatando nossos valores, costumes e danças de nossa Terra.                               
Dentro desta nossa atividade consigo visualizar o quanto as crianças se remetem aquilo que o professor propõe. Eu me realizo e eles também, fazendo o que eu gosto e eles também.                                                                              
Acredito poder ter colaborado com um pouco das minhas vivências escolares e dizer o quanto sou grata aos professores e a faculdade por me proporcionar estas aula maravilhosas que só me fazem melhor e ter a certeza de minha escolha profissional.

domingo, 29 de novembro de 2015

Fechamento Interdisciplina Alfabetização!




        Na Interdisciplina Fundamentos da Alfabetização, ministrada pela professora  Professora Ivany e Tutora Josele, venho observando cada vez mais que o modo eficiente de dar aula é uma característica fundamental do profissional que se empenha nas suas artes: a arte de dar aula e a arte de ensinar mediando. A professora demonstra uma desenvoltura no dar suas aulas, de maneira que o aprendizado se dá de forma rápida e estimulante. As atividades propostas são embasadas por material de fácil compreensão, e o exercício de trabalhar com jogos na alfabetização mostra que o objetivo em sala de aula é introduzi-los como facilitadores para a aprendizagem da criança, pois podem favorecer a socialização destas,  permitindo por meio das atividades realizadas a interação entre professor e aluno e entre os próprios alunos, além de ser útil como meio construtor da personalidade porque as crianças aprendem novas regras, desenvolvem o comportamento, passam a perceber o mundo ao seu redor e começam a participar desse mundo. Ah, e o melhor de tudo isso: brincando, de maneira lúdica!
        Assim, novos horizontes profissionais estão sendo abertos para que eu desenvolva minhas habilidades em dar aulas de modo a alfabetizar com maior segurança, com uma metodologia planejada e com embasamento teórico.
        Satisfeita, sigo em frente aguardando novos estudos.
        Parabéns à professora  Professora Ivany e Tutora Josele.




Abordagem interdisciplinar...


Os conhecimentos obtidos em um nível macro referem-se às políticas sociais, transformações históricas e econômicas bem como suas análises. Os conhecimentos no nível micro, não menos importantes, tem a ver com o que está citado acima, o conhecimento de causa os problemas, conflitos e vivências diárias das crianças como fontes de conhecimento.
Reconhecendo estas aprendizagens ou problemas do nível micro, ou do dia-a-dia das crianças encontraremos subsídios para compreender melhor as infâncias e qualificar este processo natural do ser humano. A infância não se encerra ela é permanente na sociedade e por isso tamanha importância em discuti-la.  
Por fim, entendo que ações democráticas na escola nos dão um bom começo para dar voz as crianças. Ela precisa participar como atuante neste espaço de interação. Praticas como conselhos escolares, conselhos participativos e rodas de conversa são trabalhosos, mas extremamente significativos. Já participei de momentos como este e tenho certeza que as crianças têm muito a contribuir com a educação e n sociedade como um todo.

Conceitos de Crianças: Selvagem, Natural e Social...



            As crianças podem ser definidas baseando-se por três conceitos:
Alguns conceituam como selvagem, pois a criança é um ser menos evoluído, menos desenvolvido e que necessita uma explicação. É vista como algo particular que já fomos e a imortalidade do seu futuro imanente; uma comunidade estável e previsível que todos fizeram parte um dia.
Para outros a infância é natural, pois ser criança é normal e a convivência com elas é natural. A mudança de fase vem marcada por ritos de passagem, cerimônias ou apenas vem com significados ideológicos. A criança é um ser que vai maturando, conforme o desenvolvimento biológico e cognitivo.
Sob outro ponto de vista, a criança é um ser social, visto que a infância é uma fase da vida que a criança -tábua rasa - se prepara para a convivência futura, para tornar-se um ser cultural e credível.
A minha prática pedagógica está orientada pelo conceito da criança NATURAL, pois as vejo como pessoas que estão conhecendo o mundo, e nós, como adultos educadores, temos que guiá-los para que o seu desenvolvimento seja integral.
Devemos favorecer o crescimento saudável, estimular as suas potencialidades e prover meios para que possam aprender, bem como estimular as capacidades cognitivas. Mas, acima de tudo, permitir que brinquem, explorem o ambiente, construam conhecimentos, interajam com os demais.

Penso que a infância é uma riquíssima etapa da vida e existem sim, ritos de mudança criados pela sociedade. Ao sair da educação infantil fazemos uma formatura, o primeiro rito de passagem. Depois, vão surgindo outras cerimônias, algumas religiosas, que anunciam uma nova etapa.

sábado, 28 de novembro de 2015

Infâncias étnico-raciais...


As abordagens do artigo "A diferença étnico-racial em livros brasileiros escrito por Edgar R. Kirchof, Iara T. Bonin e Rosa M. H. Silveira:  tentam colocar os personagens negros como personagens principais, eles tentam explicar o porquê das diferenças de tal personagem; também apresentam os personagens negros em diferentes tipos de conflitos, mas abordando a sua questão ancestral, sua origem e também as narrativas ensinam a aceitar e se posicionar diante da diversidade étnica.